Neste 21 de setembro, Dia Mundial do Alzheimer, a data reforça a importância do diagnóstico precoce da doença neurodegenerativa que já atinge cerca de 2 milhões de brasileiros. Estimativas apontam que esse número pode triplicar até 2050.
Entre os primeiros sinais de alerta estão a perda de memória recente que interfere na rotina, repetição de perguntas, desorientação em locais conhecidos, dificuldade em organizar atividades simples, além de mudanças de humor e comportamento.
Segundo o neurologista Marcos Alexandre, do HospitalMater Dei Goiânia, identificar a doença cedo faz diferença.”Não é esquecer a chave de vez em quando, mas alterações persistentes que afetam o dia a dia. Quando isso ocorre, é hora de buscar avaliação médica”, explica.
A idade avançada e fatores genéticos são riscos importantes, mas manter hábitos saudáveis, como atividade física, boa alimentação e vida social ativa, ajuda a reduzir a chance de declínio cognitivo. O apoio familiar é essencial para garantir qualidade de vida ao paciente

