Caminhoneiros de diversas regiões do Brasil avaliam a possibilidade de uma paralisação nacional após a operação da Polícia Federal contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, na última sexta-feira (18). Segundo lideranças do movimento, a ação foi considerada a “gota d’água” diante das insatisfações acumuladas da categoria.
Reuniões com parlamentares de direita, representantes do agronegócio e lideranças dos caminhoneiros estão previstas com o objetivo de discutir os próximos passos. O presidente da Associação Catarinense dos Transportadores Rodoviários de Cargas (ACTRC) afirmou que, caso a paralisação seja confirmada, a adesão deverá ser significativa. “Se o povo decidir que esse é o caminho, estaremos com o povo ou seremos parados por uma guerra ideológica”, declarou.
Em 2018, uma greve dos caminhoneiros paralisou o país por dez dias, gerando desabastecimento de combustíveis e alimentos em diversos estados.

