O Conselho Federal de Medicina (CFM) proibiu o uso de sedação, anestesia geral ou bloqueios anestésicos periféricos para a realização de tatuagens com fins estéticos. A decisão foi publicada nesta segunda-feira (28) no Diário Oficial da União e vale para qualquer tipo de tatuagem, independentemente do tamanho ou região do corpo.
A única exceção é para tatuagens indicadas por médicos com finalidade de reconstrução corporal. A medida foi tomada após casos de complicações graves, como a morte do influenciador Ricardo Godoi, em janeiro, que teria sido sedado para fazer uma tatuagem.
Segundo especialistas, procedimentos anestésicos envolvem riscos como parada respiratória, hipoxemia e broncoaspiração, além de exigirem preparo prévio, como jejum. A resolução visa coibir práticas fora do ambiente hospitalar que colocam a vida dos pacientes em risco.

