Murilo, de 11 anos, morreu após enfrentar um câncer em estágio terminal, deixando familiares, amigos e a comunidade escolar profundamente comovidos. Apaixonado por videogames e muito querido pelos colegas, o menino enfrentou a doença com maturidade e sensibilidade, mesmo tendo a infância interrompida pelo avanço do quadro clínico.
Ao receber o diagnóstico, os pais optaram por conversar com o filho de forma sincera. A reação de Murilo marcou a família, ao demonstrar preocupação com os próprios pais e não consigo mesmo. Durante cerca de seis meses de tratamento, ele manteve fé, carinho e serenidade, mesmo nos períodos mais difíceis.
Atendendo a um último desejo, Murilo faleceu em casa, em seu quarto, cercado pelos brinquedos e assistindo ao desenho que mais gostava. Dias antes da morte, escreveu uma carta de despedida aos colegas da escola. Sua história passou a ser lembrada como um exemplo de empatia, coragem e humanidade.

