Neste dia 2 de março, completam-se 30 anos da morte dos integrantes da banda Mamonas Assassinas, vítimas de um acidente aéreo que marcou a história da música brasileira.
O grupo, formado por Dinho (Alecsander Alves), Bento Hinoto, Júlio Rasec, Sérgio Reoli e Samuel Reoli, alcançou sucesso meteórico em 1995 com um estilo irreverente que misturava rock, humor e críticas bem-humoradas ao cotidiano. Em pouco tempo, conquistaram o país com canções como “Pelados em Santos”, “Vira-Vira” e “Robocop Gay”, tornando-se um fenômeno de vendas e audiência.
Na noite de 2 de março de 1996, o avião Learjet que transportava a banda, a equipe técnica e os pilotos caiu na Serra da Cantareira, na região da São Paulo, durante a tentativa de pouso. Todos os ocupantes morreram. A tragédia gerou grande comoção nacional, mobilizando fãs em todo o Brasil e provocando homenagens que se estenderam por semanas.
Três décadas depois, os Mamonas Assassinas seguem presentes na memória coletiva do país. Mesmo com uma carreira curta, o grupo deixou um legado duradouro, sendo lembrado pelo talento, pela espontaneidade e pelas músicas que continuam atravessando gerações.

