Uma doença rara, mas que preocupa autoridades de saúde no mundo, voltou ao centro das atenções após mortes registradas em um navio de cruzeiro monitorado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). O hantavírus, transmitido principalmente pelo contato com urina, fezes ou saliva de ratos silvestres infectados, pode causar sintomas graves, incluindo comprometimento pulmonar e insuficiência respiratória.
No Brasil, o Ministério da Saúde confirmou sete casos da doença em 2026, mas sem relação com o surto investigado no cruzeiro MV Hondius, que registrou oito casos ligados ao episódio, sendo seis confirmados e três mortes. Segundo especialistas, a variante monitorada pela OMS, chamada vírus Andes, não circula no país. A orientação é de atenção redobrada, principalmente em ambientes com possível presença de roedores silvestres, sem motivo para pânico.

