Pelo menos oito bebês em situação de vulnerabilidade social estão vivendo de forma improvisada em hospitais de Fortaleza devido à falta de vagas em abrigos. A permanência ocorre mesmo após a alta médica, sendo motivada pela superlotação das unidades de acolhimento e pela lentidão em processos judiciais de adoção ou reintegração familiar.
As autoridades de saúde e o Ministério Público buscam agilizar a transferência dos recém-nascidos para locais apropriados. O cenário reflete o déficit na rede de proteção à infância da capital, que enfrenta dificuldades para absorver a demanda de crianças que aguardam uma definição jurídica sobre seu destino familiar.

