Uma nova variante do coronavírus, chamada BA.3.2, já foi identificada em ao menos 23 países e está sendo monitorada por autoridades de saúde. A linhagem do COVID-19 chama atenção por apresentar maior capacidade de escape imunológico em comparação com cepas predominantes como JN.1 e LP.8.1. Apesar disso, a Organização Mundial da Saúde afirma que não há evidências de que a nova variante cause doença mais grave ou reduza significativamente a proteção contra casos severos.
A BA.3.2 foi identificada pela primeira vez na África do Sul, em novembro de 2024, em uma amostra coletada de uma criança. Em março de 2025, a variante foi detectada em Moçambique, além de países europeus como Holanda e Alemanha. Após um período de baixa circulação, os registros voltaram a crescer a partir de setembro.
Segundo a OMS, com base nas evidências atuais, a variante não representa risco adicional à saúde pública em relação a outras linhagens da Ômicron. Ainda assim, o órgão recomenda monitoramento contínuo e reforça que a principal forma de proteção segue sendo a vacinação atualizada.5 h

